Artistas

PEDRO PRAZERES

Pedro Prazeres situa dança e paisagem numa relação simbiótica de conhecimento cruzado. Arquitecto paisagista e coreógrafo à vez, o seu trabalho encaixa na intersecção de ambos os processos criativos e entrelaça a sua prática artística na relação entre o lugar, o sujeito, e o etéreo. Para ele, paisagem e dança ressoam através de uma abordagem sensorial, proprioceptiva e intuitiva.
Pedro encontra-se a trabalhar entre Cévennes e o Porto. Após uma graduação em Arquitectura Paisagista em Lisboa e Helsínquia, uma graduação em dança em Dundee e Praga (para a qual ganhou a bolsa INOVART para cruzamentos artísticos), trabalhou como bailarino e arquitecto paisagista em Praga e Berlim. Tendo terminado o Mestrado ex.e.r.ce no Centro Coreográfico Nacional de Montpellier Mathilde Monnier/Christian Rizzo, continua a encaminhar o seu trabalho artístico para as noções de “espaço entre”, não-lugar e livre arbítrio. Como os humanos condicionam o ambiente e como esse ambiente condiciona decisões humanas é uma questão central no seu trabalho.
Para além do ensino e do trabalho de consultoria em arquitectura paisagista, Pedro cria instalações de dança e performances que apresenta em festivais internacionais como o DDD (Dias da Dança), no Porto, FIDCU, em Montevideo, em museus como a Fundação Serralves, a Galeria Nacional de Praga, em locais não convencionais e ainda em paisagens urbanas e rurais. Trabalha tanto como colaborador e intérprete e já trabalhou com Antonjia Livingstone, Mathilda Maya Carroll, Martha Moore, Fabrice Ramalingom, Mette Ingvartsen, Christine Quoiraud, entre outros. Trabalha ainda como dramaturgo de dança e partilha a sua prática em workshops para bailarinos profissionais, escolas de dança, público em geral, e instituições sociais.
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RENAN MARTINS DE OLIVEIRA

Coreografo e performer brasileiro residente no Porto, Portugal. Iniciou seus estudos em dança no Rio de Janeiro, no Centro de Movimento Deborah Colker aos 16 anos e, um ano depois, ingressou na SEAD (Salzburg Experimental Academy of Dance) em Salzburgo, Áustria. Em 2010 entrou para a P.A.R.T.S (Performing Arts Research and Training Studios) parte do Research Cycle, onde começou a desenvolver seu próprio trabalho.Nos anos 2014 e 2015, Renan juntou-se à SeventySeven vzw junto com outros artistas como Les Slovaks, Anton Lachky, Moya Michael, Meytal Blanaru e Peter Jasko, onde seu trabalho era representado. Em 2016 entrou para o Top 20 coreógrafos do ano pela Aerowaves com o trabalho Let Me Die In My Footsteps. Junto à sua pràtica coreográfica, Renan também foi performer para Iztok Kovac, Marysia Stoklosa, Pierre Droulers, Anne Teresa de Keersmaeker, Ceren Oran e Alexandra Waierstall. Desde 2013 ele é membro da companhia Damaged Goods / Meg Stuart dançando nas peças Violet, Atelier III e Projecting [Space[. E em 2017 ingressou também à Companhia Hiatus de Daniel Linehan para o trabalho Third Space.
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FRANCESCA PERRUCCI

(Italia, 1989) É bailarina e coreógrafa de dança contemporânea. Licenciou-se na SEAD (Salzburg Experimental Academy of Dance). Como coreógrafa, em 2015 criou “Looking for the face I had before the world was made” e em 2016 ‘Unsettling Green’ e ‘Persona’,em colaboração com Gustavo Monteiro. Estes trabalhos foram apresentado em festivais e locais como: Teatro Municipal do Porto – Rivoli . Campo Alegre, Festival Internacional de Danza Contemporánea de ça Ciudad de México, PRISMA – Festival Internacional de Danza Contemporánea de Panamá 2018, 25a Quinzena de Dança de Almada – International Dance Festival, Entrelaçados – Contemporary Dance Festival, RollOut Dance Film Festival, Dance Bridges Festival, Movimiento en Movimiento – 6o Festival Internacional de Danza para la Patalla, the performance bar, It’s Liquid Art Show, etc. Actualmente está a trabalhar na última criação da Né Barros “Revoluções” e em Düsseldorf com “Theater der Klängae”. É o co-fundadora da ‘Sekoia – Artes Performativas’.

GUSTAVO MONTEIRO

(Porto, 1992) bailarino, coreógrafo e produtor. Completou a sua formação profissional na SEAD (Salzburg Experimental Academy of Dance) em 2014 e estudou no curso de  ‘Gestão / Produção das Artes do Espectáculo’ no Forum Dança em Lisboa em 2017. Com bailarino, desde 2013 trabalhou com coreógrafos, compositores e artistas visuais, como Michikazu Matsune, Martin Nachbar, Jozef Frucek e Linda Kapetanea, Helder Seabra, Marco da Silva Ferreira, Tiago Rodrigues / Companhia Instável, Compagnie Thor – Thierry Smits, entre outros. Como coreógrafo, em 2015 criou “Looking for the face I had before the world was made” e em 2016 ‘Unsettling Green’ e ‘Persona’,  em colaboração com Francesca Perrucci. Estes trabalhos foram apresentado em festivais e locais como: Teatro Municipal do Porto – Rivoli . Campo Alegre, Festival Internacional de Danza Contemporánea de ça Ciudad de México, PRISMA – Festival Internacional de Danza Contemporánea de Panamá 2018, 25ª Quinzena de Dança de Almada – International Dance Festival, Entrelaçados – Contemporary Dance Festival, RollOut Dance Film Festival, Dance Bridges Festival, Movimiento en Movimiento – 6º Festival Internacional de Danza para la Patalla, the performance bar, It’s Liquid Art Show, etc. É o co-fundador da ‘Sekoia – Artes Performativas’.
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Membros

ANA ROCHA

(Porto, 1982) curadora, coreógrafa, performer, produtora, dramaturga e escritora. Estudou História da Arte, Arte Contemporânea e Artes Visuais em diferentes instituições portuguesas. Faz formação em práticas de coreografia e movimento desde 2005. Colaborou na produção de diversos festivais (Festival da Fábrica, Alkantara Festival e Serralves em Festa). Membro da Soopa\OOPSA, Arco da Velha, Cão Danado & Cia. Co-dirigiu e fundou MEZZANINE (2009-2017). Como criadora apresentou, “Open Season”(Porto e Berlim), “Fraud by Nature” (Berlim) e “Stabat Mater Furiosa” (Porto). Foi bolseira DanceWeb – Impulstanz’12. Concluiu o SPCP de Deborah Hay, “Dynamic” em 2012. Membro Transfabrik – 2013, projecto transdisciplinar sobre escrita e crítica nas artes do espectáculo. Deu formação no Balleteatro, Tanzfabrik, ENSBA Lyon e FBAUPorto. Ana faz mediação cultural e programação nacional e internacional (TAMANHO M \ Mira Artes Performativas, Ateneu Comercial do Porto, Cultura em Expansão \ CMPorto, To School Out of School \ Colectivos PLÁKA, TanzCongress Dresden 2019, TRANSLOCA, e outros contextos). Entre criadores nacionais e internacionais, colabora regularmente com Meg Stuart desde 2011.

CAROLINA MARTINS

Carolina Martins tem trabalhado como produtora cultural em áreas como a dança contemporânea, a música e a performance. É licenciada em Estudos Artísticos, variante de Cinema (FLUC – Universidade de Coimbra), pós-graduada em Estudos Literários e Culturais com especialização em Literatura Comparada (FLUC – Universidade de Coimbra), sendo actualmente doutoranda e bolseira FCT no Programa de Estudos Avançados em Materialidades da Literatura (CLP/FLUC – Universidade de Coimbra). O seu tema de tese incide sobre a questão da influência dos espaço espaços arquitectónicos na construção de instalações de narrativas gráficas e respectivos processos e movimentos de leitura.
Esteve ligada à experimentação e interrelação disciplinar na área digital e alguns dos seus trabalhos estiveram presentes em festivais internacionais de arte, como o PLUNC 2015 (Lisboa, Portugal), o FILE 2017 (São Paulo, Brasil), o ELO 2017 (Porto, Portugal) eo FOLIO 2017 (Óbidos, Portugal). Durante este percurso, fez também curadoria de exposições de arte postal e literatura electrónica.
De momento encontra-se a desenvolver trabalho prático na sua área de investigação.
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DOMENICO GAROFALO
Domenico Garofalo, (Nápoles, 1987) é gerente e promotor no campo da dança contemporânea. Formado em ciência política e em comunicação pública e corporativa, durante seus estudos teve diferentes experiências no campo da produção e organização de festivais. Trabalha com vários artistas e companhias italianas como gerente e promotor, incluindo a coreógrafa Luna Cenere, a companhia de dança contemporânea gruppo nanou e o coreógrafo Masako Matsushita, dentro do projeto ULTRA. Selecionado entre os 5 melhores jovens operadores italianos, ele faz parte do projeto Crossing the Sea, apoiado pelo Ministério Italiano de Belas Artes e Cultura (MIBAC), juntamente com alguns dos mais importantes festivais italianos e uma rede de parceiros internacionais. As obras que ele promove foram apresentadas nos teatros mais importantes, na Itália e na Europa. Ele vive num avião, entre Bruxelas, Nápoles e Porto.




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